domingo, 24 de fevereiro de 2013

Mercado Suíno Brasileiro

Mercado Suíno Brasileiro


O Brasil atualmente é o quarto maior exportador mundial de carne suína, exportando principalmente para países da Eurásia como Federação Russa, Ucrânia e Hong Kong. Mas mesmo assim não participamos nem de 60% do mercado mundial, esses que são os mais exigentes em termos sanitários e os que pagam os melhores preços. Há pelo menos cinco décadas a suinocultura brasileira investe na qualificação da produção.

No Brasil o peso médio das carcaças de suínos têm apresentado crescimento constante. Entre os anos 1995 e 2000 esse crescimento foi de 8,07%, indo de 73,1 para 79,0 quilos, estimando-se que continue nos próximos anos, já que em 2002 o peso ultrapassou os 83 quilos. 

A melhora na qualidade das rações e do material genético tem viabilizado a manutenção dos animais na granja até alcançar maior peso sem grandes perdas em termos de conversão alimentar, possibilitando a obtenção de melhores resultados econômicos. A consequência direta disto é maior oferta de carne com o mesmo número de animais produzidos e mais qualidade na carne ofertada ao consumidor e para o processamento industrial. Os animais que estão sendo abatidos atualmente tem peso vivo médio de 110 quilos.

O Brasil exportou mais de 40 mil toneladas de carne suína neste último mês de janeiro, um crescimento de 5,08% em relação ao mesmo mês de 2012, mostrando dessa forma a crescente valorização da carne suína e o consequente aumento da demanda do mercado suíno brasileiro.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Principais Raças Suínas Criadas no Brasil


Principais Raças Suínas Criadas no Brasil





No Brasil, atualmente, as principais raças de suínos utilizadas são Landrace, Large White e Duroc, sendo que mais de 90% da composição racial dos suínos de abate baseia-se nessas três raças. Outras raças que têm sido utilizadas em menor escala são Pietran, Hampshire e Wessex. Principalmente a Pietran vem sendo utilizada em alguns programas de cruzamentos para explorar mais intensamente sua contribuição genética para aumento no rendimento de carne e carcaça de animais de abate.

Principais características de cada raça:

Landrace: Em 1998, a raça participou com 15,47% dos registros PO emitidos no país, ficando atrás apenas da raça Large White. Suas características básicas são prolificidade, habilidade materna e desempenho, é muito utilizada nos programas de produção de híbridos.

Large White: No registro genealógico, participou com 22,55% em 1998, passando a ocupar o primeiro lugar na composição do rebanho das granjas produtoras de animais puros de origem. Das raças puras criadas, foi última a ser introduzida no país, no início da década de 1970 e, pelo desempenho apresentado, vem aumentando anualmente a sua participação. A raça é muito utilizada na produção de híbridos e se caracteriza pela sua prolificidade.

Duroc: Foi a primeira raça a ser introduzida no país e, portanto, a que iniciou o melhoramento e a tecnificação da suinocultura brasileira. A rusticidade e a fácil adaptação a todas as regiões do país, fizeram com que seu uso em cruzamentos industriais propiciasse uma melhoria na qualidade da carne das raças brancas.

Pietran: É uma raça que possui uma excelente massa muscular, sendo muito utilizada em cruzamentos. Nos últimos anos tem sido importado suínos e sêmen da Inglaterra, Alemanha e França. Apresenta como principais características, ótimos pernis, menor camada de gordura e muito boa para cruzamentos.


Hampshire: É uma raça que se caracteriza pela qualidade de carcaça, rusticidade e pela preferência dos criadores em usá-la nos cruzamentos.

Wessex: Foi uma raça preferida pelas granjas que utilizavam o sistema de produção extensivo ou criação ao ar livre. Como este sistema é pouco utilizado no Brasil, os registros vem diminuindo. Apresenta como principais características, a prolificidade, rusticidade e habilidade materna.

Fontes: Agrofiles, PUC-GO

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Sobre o NEPSUI

Sobre o NEPSUI:


    O Núcleo de Estudos em Produção de Suínos iniciou suas atividades no mês de abril de 2012, visando proporcionar aos alunos dos cursos ligados as Ciências Agrárias do Instituto Federal Catarinense - Campus  Araquari a oportunidade de aprofundar e ampliar seus conhecimentos na criação de suínos.
   O grupo tem como objetivo associar o ensino com a pesquisa e a extensão. Desta forma, o aluno consegue visualizar e aplicar, na prática, o conhecimento adquirido em sala de aula. O objetivo principal do grupo é dar subsídios para formação de estudantes conscientes e aptos a orientar tecnicamente uma criação racional de suínos, incentivando-os na busca de soluções e inovações aos problemas encontrados na cadeia produtiva da suinocultura. Os alunos ao participarem destes projetos tem oportunidade de visualizar os diversos sistemas produtivos, bem como, a realidade em que se encontram as propriedades rurais catarinenses.

Fonte: Site NEPSUI